sexta-feira, 30 de setembro de 2016


                             Alunos motivados? 
                             É possível, 
                             bem possível.
                             É necessário!  

                                            Resultado de imagem para alunos felizes em aula          

Existem certos problemas no ambiente escolar que são praticamente impossíveis de não ocorrer, sendo a desmotivação do aluno um dos mais preocupantes, fato rotineiro que ocorre com profissionais de todas as áreas da educação e em diferentes níveis de ensino.
Considerado como um problema de difícil resolução é fundamental que o professor compreenda o que vem a ser a motivação e como ela se constrói.

Geralmente a falta de motivação é originada das características próprias do aluno e do ambiente escolar como um todo, fazendo com que o aluno passe a ter medo do próprio fracasso escolar e de como lidar com ele.

Ressalta-se que os pais, os colegas e o grupo social no qual este jovem se relaciona, também contribuem para a sua desmotivação.

Determinados alunos apresentam grande dificuldade em interagir com certas atividades, outros apresentam resistência total no sentido de adquirir conhecimentos, se isolando dos demais colegas, negando a participar das atividades propostas, bem como não apresentando interesse qualquer em realizar algo que se refere à aprendizagem.

O professor deve ficar atento ao comportamento de seus alunos, visto que podem partir desde aqueles jovens mais agitados, tanto aos jovens desligados e inquietos.

No sentido de ajudar o aluno desmotivado, o professor deve se preocupar com o ambiente escolar, em especial a sala de aula, o desenvolvimento das atividades, a organização e principalmente a relação professor/aluno e o processo avaliativo.

Com o objetivo de contribuir com os professores que muitas vezes no exercício da profissão apresentam o verdadeiro interesse em ajudar o aluno desmotivado, segue abaixo algumas sugestões baseadas em estudiosos da área com o objetivo de auxiliar o educador na prática, motivando seu aluno, independente da disciplina ou série em que se encontra:


• Aplique o conteúdo com entusiasmo, evitando aulas “mecânicas”;

• Faça com que o aluno compreenda o que está sendo ensinado, ao invés de apenas memorizar; 
• Busque sempre relacionar os conteúdos com fatos da atualidade; 
• Elabore atividades que possa detectar a evolução do aluno; 
• Estabeleça um ritmo de aula de forma que todos possam acompanhar o raciocínio que exige o conteúdo; 
• Quando o aluno apresentar dificuldades, apresente a ele pistas proporcionando oportunidades para superar as dificuldades, fazendo com que o aluno exerça seu próprio raciocínio; 
• Ao iniciar a aula estabeleça metas e objetivos dessa, porém, baseados no ritmo da turma, combinando regras para que não seja desviado o objetivo da aula; 
• No momento da avaliação, o ideal é que o professor evite comparações, ameaças, ou seja, condutas negativas que possam vir a refletir maleficamente na autoestima dos alunos.

O professor sendo mediador do conhecimento é responsável por realizar essa função da melhor maneira possível, buscando sempre se manter atualizado, podendo formar cidadãos cada vez mais capacitados. 


Colaboração;
Elen Campos Caiado
Graduada em Fonoaudiologia e Pedagogia

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

HOMÔNIMOS...

A homonímia caracteriza duas palavras que possuem a mesma grafia ou a mesma pronúncia, mas com significação distinta, ou ainda palavras que apresentam pequenas diferenças, mas que podem causar muitas dúvidas no momento da escrita. Para evitar erros, conheça as três classificações para as palavras homônimas:
Homônimas homógrafasas palavras são iguais na escrita, mas diferentes na pronúncia. Observe:
este (pronome)
este (ponto cardeal)
governo (substantivo)
governo (verbo)
lobo (animal)
lobo (parte inferior da orelha)
pregar (cravar pregos)
pregar (dar um sermão)
séria (adjetivo)
seria (verbo)
                                                                                       
Homônimas homófonas: as palavras homófonas são iguais na pronúncia e diferentes na escrita. Observe:
cheque (ordem de pagamento)
xeque (lance do xadrez)
viagem (substantivo)
viajem (flexão do verbo viajar)
concerto (composição sinfônica)
Conserto (reparo, derivação do verbo consertar)
ascender (subir, elevar)
acender (ligar, pôr fogo)

Homônimos perfeitos: as palavras homógrafas representam o tipo de homonímia perfeita, ou seja, são iguais na escrita e na pronúncia, têm a mesma estrutura fonológica e os mesmos fonemas. Observe os exemplos:
cura (verbo)
cura (substantivo)
cedo (verbo)
cedo (advérbio)
verão (verbo)
verão (substantivo)
banco (instituição financeira)
banco (assento)

Por Luana Castro

terça-feira, 23 de agosto de 2016


 PRÓCLISE, MESÓCLISE E ÊNCLISE...

Por Cristiana Gomes

É o estudo da colocação dos pronomes oblíquos átonos (me, te, se, o, a, lhe, nos, vos, os, as, lhes) em relação ao verbo.
Os pronomes átonos podem ocupar 3 posições: antes do verbo (próclise), no meio do verbo (mesóclise) e depois do verbo (ênclise).
Esses pronomes se unem aos verbos porque são “fracos” na pronúncia.

PRÓCLISE

Usamos a próclise nos seguintes casos:
1. Com palavras ou expressões negativas: não, nunca, jamais, nada, ninguém, nem, de modo algum.
- Nada me perturba.
- Ninguém se mexeu.
- De modo algum me afastarei daqui.
- Ela nem se importou com meus problemas.

2. Com conjunções subordinativas: quando, se, porque, que, conforme, embora, logo, que.
- Quando se trata de comida, ele é um “expert”.
- É necessário que a deixe na escola.
- Fazia a lista de convidados, conforme me lembrava dos amigos sinceros.

- Aqui se tem paz.
- Sempre me dediquei aos estudos.
- Talvez o veja na escola.
OBS: Se houver vírgula depois do advérbio, este (o advérbio) deixa de atrair o pronome.
- Aqui, trabalha-se.

4. Pronomes relativos, demonstrativos e indefinidos.
- Alguém me ligou? (indefinido)
- A pessoa que me ligou era minha amiga. (relativo)
- Isso me traz muita felicidade. (demonstrativo)

5. Em frases interrogativas.
- Quanto me cobrará pela tradução?

6. Em frases exclamativas ou optativas (que exprimem desejo).
- Deus o abençoe!
- Macacos me mordam!
- Deus te abençoe, meu filho!

7. Com verbo no gerúndio antecedido de preposição EM.
- Em se plantando tudo dá.
- Em se tratando de beleza, ele é campeão.

8. Com formas verbais proparoxítonas
- Nós o censurávamos.

MESÓCLISE

Usada quando o verbo estiver no futuro do presente (vai acontecer – amarei, amarás, ...) ou no futuro do pretérito (ia acontecer mas não aconteceu – amaria, amarias, ...)

- Convidar-me-ão para a festa.
- Convidar-me-iam para a festa.
Se houver uma palavra atrativa, a próclise será obrigatória.
- Não (palavra atrativa) me convidarão para a festa.

ÊNCLISE

Ênclise de verbo no futuro e particípio está sempre errada.
- Tornarei-me....... (errada)
- Tinha entregado-nos..........(errada)

Ênclise de verbo no infinitivo está sempre certa.
- Entregar-lhe (correta)
- Não posso recebê-lo. (correta)

Outros casos:
- Com o verbo no início da frase: Entregaram-me as camisas.
- Com o verbo no imperativo afirmativo: Alunos, comportem-se.
- Com o verbo no gerúndio: Saiu deixando-nos por instantes.
- Com o verbo no infinitivo impessoal: Convém contar-lhe tudo.

OBS: se o gerúndio vier precedido de preposição ou de palavra atrativa, ocorrerá a próclise:
- Em se tratando de cinema, prefiro o suspense.
- Saiu do escritório, não nos revelando os motivos.


          RECORDANDO OS PRONOMES OBLÍQUOS...

             


          

                     
          
                    












                        

quinta-feira, 18 de agosto de 2016


                                           
                                          Se liga nas dicas ortográficas!!!

 

Não sabe como escrever uma palavra? É com S ou com Z? Para esse tipo de dúvida, tão comum em português, deve-se entender que a língua tem, basicamente, dois sistemas de escrita: regular e irregular.
Muitas vezes, as grafias não podem ser explicadas por nenhuma regra, pois é a origem da palavra ou a tradição de uso que justificam a forma de escrever. Por exemplo, a palavra "hoje" é escrita com "h" devido à etimologia do termo, pois a forma latina é "hodie".
Veja mais exemplos na tabela a seguir. Vamos mostrar primeiro exemplos de casos irregulares.
DúvidaGrafia corretaJustificativaComo saber?
“Homem” ou “omem”?HomemA origem da palavra é latina: “ homine”, com “h”.Memorizar ou consultar dicionário
“Casa” ou “caza”?CasaA origem da palavra é latina: “ casa”.memorizar ou consultar dicionário
Observe agora casos regulares que se aplicam a substantivos e adjetivos.
“Firmesa” ou “ firmeza”?FirmezaNos substantivos que derivam de adjetivos, o final da palavra (sufixo) é “eza”: firme/firmeza.Levantar outros casos que confirmam a regra: belo/beleza, bonito/boniteza, pobre/pobreza, rico/riqueza.
“Famoso” ou “famozo”?FamosoAdjetivos com o sufixo “oso” escrevem-se com “s”.Lembrar de outros casos: gostoso/ dengoso/ oleoso/ saboroso.
“Chatice” ou “chatisse”?ChaticeSubstantivos com terminação “ ice” escrevem-se com “c”.Lembrar de outros casos: doidice/meninice.
Para grafar corretamente os verbos também podemos recorrer às regularidades.
“Falou”, “falol” ou “falô”?FalouVerbos no passado, na terceira pessoa do singular, terminam em “ou”.Em posição final de palavra ou sílaba, o “u” e o “l” concorrem. O verbo no passado, na terceira pessoa do singular, tem a terminação em “u”.
“Cantaram” ou “cantarão”?As duas formas podem estar corretas.As duas formas estão na terceira pessoa do plural, mas cada uma indica um tempo verbal diferenteNo presente (“cantam”) ou no passado(“cantaram”), escreve-se com “m” no final. No futuro (“cantarão”), a nasalidade é marcada com “ão”.
“Falar” ou “falá”?FalarVerbo no infinitivoO nome dos verbos são escritos sempre com “r” final.
“Pedisse” ou “pedice”?PedisseVerbo no modo subjuntivo (que indica hipótese) tem a forma “isse”.O sufixo “ice” é para substantivo (“chatice”) e a terminação “isse” é para verbo.


                                 
                                                                  DISSERTAÇÃO

Além de ser o tipo de texto mais exigido em provas e concursos em todo o Brasil, a dissertação também é um dos textos mais simples de se redigir. Começando pela estrutura dele e finalizando pelo tipo de linguagem empregado, é um texto que pode ser estudado e familiarizado com estudantes de diversos níveis.
... estrada que cultiva o templo de amor e paz escrever se á a maneira de



Para se produzir      um texto     dissertativo são necessárias algumas habilidades, que estão ao alcance de todos a serem adquiridas:
  • Conhecimento do assunto a ser abordado, a fim de aplicar precisão e certeza àquilo que está sendo escrito.
  • Habilidade com a língua escrita, de maneira que se possa fazer boas construções sintáticas, uso de palavras adequadas e relações coerentes entre os fatos, argumentos e provas.
  • Boa organização semântica do texto, ou seja, organização coerente das idéias aplicadas à dissertação, para que as mesmas possam facilmente ser apreendidas pelos leitores.
  • Bom embasamento das ideias sugeridas, boa fundamentação dos argumentos e provas.
Para se entender o que é uma redação dissertativa, devemos distinguir os dois tipos de dissertação existentes: a dissertação expositiva e a dissertação argumentativa.
  • Dissertação expositiva – como o próprio nome já sugere, é um tipo de texto em que se expõem as ideias ou pontos de vista. O objetivo é fazer com que o leitor os considere coerentes e não fazê-lo concordar com eles.
  • Dissertação argumentativa – esse é o tipo de dissertação mais comum e conhecida por todos. Nela o intuito é convencer o leitor, persuadi-lo a concordar com a ideia ou ponto de vista exposto. Isso se faz por meio de várias maneiras de argumentação, utilizando-se de dados, estatísticas, provas, opiniões relevantes, etc.
       Por: www.infoescola.com.br
       
      Fique ligado na síntese!!!
        
     * Defesa de tese
      * Argumento
      * Comprovação técnica